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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Exercícios respondidos Peste Negra

1.

Nomes da doença:

Peste Bubônica, Peste Negra.
Agente causador:

Pasteurella pestis (bactéria).
Agente transmissor:

Pulga de rato.
Forma de contágio:

Picada de pulga de rato infectada e contato direto com o doente (utensílios e ar contaminado).
Principais sintomas:

Febres delirantes e bubões (inchaço dos gânglios linfáticos nas axilas e virilhas).
Medicamentos:

Antibióticos.
Precauções:

Cuidados de higiene.

2.


Principais surtos da doença.
Anos:
541
1347
1894
Idade:
Média
Média
Contemporânea
Descoberta do agente causador:
Autor: Dr. Alexandre Yersin

Ano: 1894
Descoberta do agente transmissor:
Autor: Dr. Paul-Louis Simond

Ano: 1911

Texto B

3. No século XIV, as pessoas desconheciam as formas de contágio e a cura da peste bubônica. Na época, as hipóteses existentes para o contágio (respiração, visão etc) aumentavam o pânico da populaçao européia que, aterrorizada, fugia e abandonava os doentes.

4. Resposta modelo e respostas dos alunos:

Sim, várias passagens do texto demonstram que ele foi escrito na época da peste bubônica. O fato do autor desconhecer as formas de contágio (“... a enfermidade parecia atacar através da respiração e da visão.”), os costumes descritos (“Nem o sino tocava.”) ou a frase final em que afirma ter enterrado seus próprios filhos (“E eu, Agnolo de Tura, chamado o Gordo, enterrei meus cinco filhos com minhas próprias mãos.”).

“Sim, o autor fala que enterrou seus cinco filhos e, se todos pegaram a doença, é porque estavam em meio a um surto. Ele diz também que, na época da peste, os familiares eram enterrados sem cerimônias e sacerdotes, do mesmo jeito que ele enterrou seus filhos: “... com as próprias mãos”.

“Sim, pois é um texto muito bem detalhado e narrado [parcialmente] em 1ª pessoa, e essa “primeira pessoa” mostra que vivenciou isso pois diz que enterrou seus cinco filhos com suas próprias mãos.”

5. No século XIV, após o grande surto de fome provocado pelas péssimas colheitas (desequilíbrios geoclimáticos) e pelo aumento dos preços dos cereais, a população européia estava mais fragilizada frente às doenças e infecções. Portanto, o ditado afirma que após a fome – da população – a peste come – infecta e mata as pessoas.


Texto C

6. “...tudo aquilo provinha da constelação ou da vingança divina...”

7. Resposta modelo e respostas dos alunos:
Sim. As afirmações do autor para a ocorrência da peste bubônica estão de acordo com a mentalidade medieval que era profundamente marcada pela religiosidade - diretamente pela vontade divina ou pelos eclipses e constelações que, indiretamente, se referem ao céu.

“Sim, pois eram uma mentalidade religiosa (sem conhecimentos científicos) que acreditava qe tudo o que acontecia era vontade de Deus, vingança ou graça divina.”

“Sim, porque a mentalidade medieval predominante era cristã (influenciada pelo clero) e tudo o que acontecia era Deus. Até mesmo se fosse a constelação, foi Deus que quis assim. ”

“Sim, porque nesta época qualquer acotecimento repentino ou inexplicável atribuía-se a Deus ou ao universo.”

“Sim, pois durante toda a Idade Média a sociedade acreditou que tudo era obra e pertencia a Deus, tudo era benção ou castigo de Deus. E tudo vinha, estava ligado aos céus.


8. Respostas dos alunos:

“Sim, o senhor barbudo no fundo da imagem está segurando uma planta na mão e parece estar agitando, isso poderia ser usado para tentar limpar o ar.”

“Sim, é possível perceber isso pois o homem que não está doente (em pé) está passando alguma coisa no ar ao redor dos enfermos.”

“Sim, pois a pessoa ao lado dos doentes está com ervas na mão e parece estar purificando o ar.”

“Sim. O homem na parte de trás balança ervas no quarto dos enfermos para purificar o ar.”

“Sim. Duas pessoas cheias de bubões na cama e outra, no fundo, tentando purificar o ar com ervas”

Mais exercícios apenas com perguntas... outros temas

a)
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b)
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4.
a)
► Substituição do arado de madeira pela charrua [instrumento de metal].
► Utilização da atrelagem peitoral dos animais de tração.
► Novas técnicas de irrigação dos campos.
► Rotação anual de culturas em três campos.
► Acentuado progresso da metalurgia [ferramentas].

b) Respostas dos alunos/alunas:

“Os servos - que antes não tinham o direito de ir e vir - agora tinham a opção de mudar drasticamente seu modo de vida saindo das terras dos senhores feudais.”

“Como já não era necessário que tantas pessoas trabalhassem no campo, as cidades aumentaram e se tornaram mais importantes.”

“Era necessário menos tempo e menos pessoas para realizar os trabalhos agrícolas, então, algumas pessoas se dedicaram apenas ao artesanato.”

“Como era necessário menos servos para a plantação, surgiram novos mercados onde artesãos podiam trabalhar.”
“Com todas as inovações que ocorreram, muitos camponeses perderam o trabalho, pois, no senhorio não precisava de tantas pessoas. Esses desempregados migraram para as cidades.”

5.
a) Respostas dos alunos/alunas:

“Os cristãos do Oriente e do Ocidente não estavam unidos, por conta do Cisma do Oriente.”

“A falta de terras, por causa do aumento da nobreza.”

“O papa se refere a parte da população que não tinha trabalho e, por isso, pilhava, assaltava, incendiava e cometia hostilidades contra outros cristãos para viver.”

“As fortes tensões sociais e as disputas por terras levaram a nobreza às guerras e desavenças.”

a) Ao estilo gótico.
b) Séculos: XII ao XV.
Predominantemente vertical, refinamento e leveza. Interior: altura e luminosidade.

c) Além das que já foram apontadas na questão anterior, cite duas características deste mesmo estilo arquitetônico:

► arcos ogivais [distribuição mais adequada do peso dos arcos].
► paredes mais finas, arcos botantes para sutentação lateral.
► mais janelas e maiores do que as do estilo românico. Uso de vitrais.
► planta em formato de cruz.

Mais exercícios apenas com perguntas...

1.
↓ Alta Idade Média ↓ Baixa Idade Media ↓
...
Séc. V Séc. X Séc. XV
Fragmentação do Império Romano Ocidental.
Formação dos diferentes
Reinos Germânicos.




2ª Revolução Agrícola:
· mudanças técnicas.
· aumento da produção.
O Império Romano Oriental
é invadido e conquistado
pelos turcos otomanos.






2.

a) “Os hunos são rudes no seu modo de vida...” e “... as mulheres lhes tecem as horríveis vestimentas...”

b) Não, qualquer fonte histórica deve ser questionada. Ainda mais quando se sabe que os romanos sentiam-se superiores aos outros povos e, geralmente, destacavam as diferenças de forma negativa.



c)
· Nestes novos reinos, o comitatus é um fator de instabilidade interna
porque havia disputas pelo poder entre os diferentes chefes-guerreiros e isto enfraquecia o reino.

Alunos:
“Como eram vários pequenos “exércitos”, os chefes podiam discordar, brigar e, assim, perder a batalha e o reino.”

“A hierarquia não era bem definida, o rei era frágil, o soldado-camponês recebia uma remuneração desigual.”
“Os chefes brigavavam entre si causando mortes e guerras internas. O rei era frágil pois também dependia dos outros chefes.”

d) Significa que estes reinos tiveram curta duração: perderam o domínio de seu território porque foram derrotados e invadidos por outros povos.





3.
b)
· As vitórias aumentavam sua riqueza através dos saques aos vencidos, do butim: “... de ouro e de prata e de preciosas armaduras.”
· Promoveu a expansão do cristianismo aumentando seu prestígio junto a Igreja: “não há mais nenhum pagão, todos morreram ou se tornaram cristãos.”

4.
a)

A construção do castelo é mais resistente porque sua estrutura é sólida e o principal material é a pedra [que não se decompõe como a madeira e palha usadas na casa do camponês medieval].


b) Não, ...


“Não, as duas construções mostram um pouco da história, elas não se preocupam com o valor e sim com as informações que o lugar ou objeto pode conter e lhes informar.”

“Não, o historiador não pode medir importância. Ambas fazem parte da história de um povo sendo, portanto, muito importantes.”

“Não, pois ao mesmo tempo que o castelo era o centro político e militar, a casa do camponês mostra como era o modo de vida da maioria da população naquele tempo.”

c)
“As pessoas não tinham muita privacidade, provavelmente porque não era necessário.”

“Podemos deduzir que, antigamente, havia menos privacidade. Que as pessoas ou tinham mais vínculos pessoais ou tinham menos direito de privacidade.”

“Esse dado pode nos revelar que as pessoas não tinham espaços pessoais, com privacidade. A vida deles era mais exposta aos outros, devido ao espaço que eles conviviam.”

“As pessoas da sociedade medieval tinham pouca privacidade e a maioria das oisas tinham que ser feitas publicamente, pois não havia espaço para a individualidade da pessoa.”

“Isso nos revela que a privacidade era pouquíssima na Idade Média, por não terem necessidade de privacidade.”

Questões apenas com respostas, mais parece um resumo...

1.

a) Após a expansão territorial do Império Romano, os fatores que contribuíram para a desestruturação de sua economia foram:
· Os escravos eram trazidos em grande número e realizavam todos os trabalhos necessários, portanto, não havia interesse nem necessidade de desenvolver novas tecnologias.
· O aumento das importações [ver mapa] fez com que a agricultura fosse abandonada e os agricultores independentes e pequenos proprietários foram desaparecendo [aumento do desemprego e do inchaço urbano].
· O aumento das importações fez com os gastos do governo também aumentassem.
· Grandes despesas com a manutenção do exército e de funcionários para controlar e administrar o vasto território.
· Aumento dos problemas administrativos: grande número de funcionários, corrupção, sonegação de impostos etc.

b) No século V, o fator externo que contribuiu significativamente para a falta de abastecimento foram as invasões e os saques realizados pelos diferentes povos germânicos, que tornaram as estradas inseguras ou que devastaram algumas regiões do Império Romano.

2.

a) Os colonos foram proibidos de abandonar as villas romanas porque não havia trabalhadores suficientes ou disponíveis para garantir a produção no Império. Com o fim das conquistas territoriais [século II], houve a diminuição do número de escravos e o aumento de seu preço [crise do escravismo], assim, os colonos tornaram-se a única mão-de-obra disponível. O escravismo foi substituído pelo colonato.

b) Não. Os escravos eram prisioneiros de guerra [pertencentes aos povos que se rebelavam contra o domínio romano], eram considerados inimigos e tratados como mercadoria [comprados / vendidos]. Os colonos eram romanos livres que, devido à crise geral, haviam empobrecido [desempregados, ex-pequenos proprietários, ex-escravos] e se submeteram à condição de colonos para sobreviver. Os colonos ficaram presos à terra, porém, não podiam ser comprados nem vendidos pelos proprietários das villas.

c) Os proprietários da villas temiam:
► a crescente insegurança / violência interna:
· como o governo tornara-se incapaz de proteger as pessoas e manter a ordem, havia bandos armados que atacavam as villas para roubar.
· os cobradores de impostos: os proprietários recusavam-se a pagar os altos impostos [sonegação] e temiam que funcionários do governo tomassem seus bens.
· as revoltas ou fugas de colonos insatisfeitos com as condições a que estavam submetidos.
► violência externa: invasões e saques dos diferentes povos germânicos.

3. Os dois fatores são:
· Político: disputas pelo poder entre os generais, os conflitos provocaram a divisão e a desorganização do exército [a hierarquia não era mais obedecida] .
· Econômico: devido a crise o governo não garantia nem as provisões necessárias para manutenção do exército nem o soldo [pagamento dos soldados].

6.

a) O que poderia converter os simplórios, escravos, mulheres e crianças, remendões, a gente mais comum etc, era porque o cristianismo pregava a igualdade entre todas as pessoas, pois, todos eram “filhos do mesmo Deus – Pai”.

b)
Antiga Religião Romana
Cristianismo

· Politeísta.


· Monoteísta.

· Pouca valorização da vida.


· Valorização da vida [presente de Deus].


7. Conforme a Divisão tradicional da História, os cinco espaços são:


Idade Antiga ↓ Idade Média ↓
...

476 1453


Fim do Império Romano do Ocidente.



Invasão do Império
Romano do Oriente
pelos turcos otomanos.



8.
a) Crítica:
· ao fim do Império Romano do Ocidente porque, de fato, isto não ocorreu completamente.
· privilegia o aspecto político da História [Fim do Império Romano Ocidental] e não outros aspectos como a cultura [Ex: o latim, o Direito, o calendário etc.].